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Introdução á História de Perus e Cajamar
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Introdução á História de Perus e Cajamar

Categoria: Literaturas

Marca: Outros

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Em duas datas comemorativas ao Dia Mundial da Água e ao Dia Mundial da Terra, declaradas pela Organização das Nações Unidas para serem celebradas em 22 de março e 22 de abril, respectivamente, foi realizado o lançamento da publicação “O RIO PELOS TRILHOS - Introdução à História de Perus e Cajamar”, uma publicação paradidática de autoria coletiva de pesquisadores ligados ao Instituto de Pesquisas em Ecologia Humana. Trata-se de uma obra co-financiada pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos, FEHIDRO, um fundo ligado ao Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, que patrocina projetos aprovados pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. O Rio Pelos Trilhos é o primeiro livro paradidádico dedicado ao ensino da história e da geografia a partir da realidade local. A publicação busca chamar a atenção para a importância da água como principal fator motivador da ocupação humana no território da bacia hidrográfica do rio Juquery e região da Cantareira, a começar pelos aldeamentos Tupis-Guaranis nas suas redondezas, passando pelos caminhos dos Tropeiros e Bandeirantes, que beberam e se banharam em suas águas, até a implantação da Ferrovia, que aproveitou as suas várzeas em razão de sua topografia naturalmente favorável e, especialmente, para abastecer as locomotivas a vapor, força que tracionou milhares delas por mais de um século até a chegada do diesel e da eletricidade. No caso de Perus e Cajamar, as locomotivas a vapor foram as principais responsáveis por transportar a cal e o calcário das minas para a Fábrica de Cimento Portland-Perus, cimento este que foi utilizado na construção de Brasília e de tantos outros projetos na Capital paulista e pelo Brasil afora, impulsionando a urbanização e o desenvolvimento econômico local e nacional. Ao chamar a atenção para a água, o livro busca motivar a comunidade a se engajar na campanha de despoluição do rio Juquery e seus principais contribuintes, como o córrego Ajuá, em Perus, o Ribeirão dos Cristais em Cajamar e o Ribeirão Euzébio, em Francisco Morato e Franco da Rocha, bem como de vários outros córregos afluentes, que devem ter as suas nascentes recuperadas e protegidas, além de alertar a todos sobre a escassez de água portável na Região Metropolitana de São Paulo e a urgência da economia e do uso racional da água. O trabalho dos pesquisadores também é um grande motivador para a Campanha de proteção, restauro e revitalização do patrimônio da Ferrovia Perus Pirapora e transformação da antiga Fábrica de Cimento num pólo cultural e de formação humanística, contribuindo para o avanço do ecoturismo em favor do desenvolvimento sustentado regional e da geração de oportunidades de emprego e renda para a população, uma boa causa, pois o turismo continua sendo a indústria que mais cresce no Brasil e no mundo. O primeiro lançamento ocorreu na Câmara Municipal de Cajamar, no dia 20 de março e o segundo no dia 22 de abril, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Cimento, Cal e Gesso de São Paulo, situado no bairro paulistano de Perus. Ambos eventos foram marcados por palestras dos autores e pesquisadores, performances musicais e exposição de vídeos, mobilizando centenas de educadores, estudantes, autoridades e personagens da história dessas importantes localidades. A publicação não se destina a fins comerciais, sendo parte da tiragem destinada gratuitamente aos professores de história e geografia da rede pública e parte encaminhada às bibliotecas públicas. Outra porção será doada ao Instituto de Ferrovias, dentro de um convênio do programa de incentivo aos patrocinadores da construção da Oficina de restauro da Ferrovia Perus-Pirapora, como forma de angariar fundos para esta valiosa causa da comunidade, e, ainda, uma pequena parte será comercializada a preço de custo como forma reembolsar as despesas com a continuidade das atividades de divulgação, capacitação e demais itens dos programas de educação ambiental, impulsionados pelo IPEH, especialmente o Programa Juca Vivo.
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